NOTÍCIAS

20/04/2012

O comércio entre o Brasil e a China tiveram o menor avanço em 5 anos, tanto nas exportações como nas importações. Os principais produtos brasileiros exportados para a China são a soja, o minério de ferro e o petróleo.

 

 

NBS – Nomenclatura Brasileira de Serviços: A NBS é o classificador que será utilizado pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv), desenvolvido pela Secretaria de Comércio e Serviços do MDIC e pela Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda. Foi lançada oficialmente no começo do mês de Abril. A NBS faz parte das ações do Plano Brasil Maior e disponibiliza para o país passa um referencial para a classificação de comércio e serviços como produtos – até então o setor era tratado unicamente como atividade econômica. Fonte: MDIC

16/04/2012

As empresas brasileiras mais inovadoras, segundo Fast Company

A Fast Company divulgou essa semana seu ranking anual das 50 empresas mais inovadoras do planeta. Para elaborar a lista, a revista analisou o desempenho e os negócios de dezenas de companhias de diferentes setores e cujas inovações impactaram em cenários industriais e também culturais.

Na lista geral que elege as companhias mais inovadoras do mundo, não há nenhuma surpresa no resultado. Os primeiros lugares foram dominados por empresas de tecnologia como Apple (1º lugar), Facebook (2º) e Google (3º).

A novidade ficou por conta da presença de duas brasileiras, a Bug Agentes Biológicos, na 33ª posição e a Boo-Box, na 45ª. A Bug ficou à frente de nomes como Kickstarter, rede colaborativa de inovação, e PayPal.

Mas além do ranking principal, a publicação também embarcou na onda dos emergentes e produziu listas específica sobre empresas da China, Índia e Brasil. Confira abaixo o resultado referente às empresas brasileiras mais inovadoras, sob os olhos da Fast Co.:

1 Bug Agentes Biológicos

A empresa está na primeira posição entre as mais inovadoras do país. O motivo é o uso de vespas para o controle de pragas que atacam plantações de soja e cana-de-açúcar, insumos importantíssimos para o agronegócio brasileiro. Ou seja, dispensando o uso de agrotóxicos e outros produtos químicos que protegem colheitas contra danos de pragas e parasitas.

2 Boo-box

A Boo-box foi uma das primeiras a enxergar o potencial das redes sociais como vitrine de anúncios publicitários. Fundada em 2006, hoje é um dos grandes nomes da publicidade na internet e com planos de expansão para outros países da América Latina.

3 Grupo EBX

O grupo do empresário brasileiro, e 8º homem mais rico do mundo, Eike Batista, também está no ranking. Um dos projetos principais para a consideração da empresa na lista é o Superporto de Açu, mistura entre polo industrial e logístico em construção no norte fluminense.

4 Stefanini

Empresa brasileira de TI, a Stefanini arriscou e expandiu seus negócios para a China além de preparar terreno para entrar no Japão.

5 Embraer

O quinto lugar fica a Embraer, quarta maior fabricante de aeronaves do planeta. A empresa tem planos de expansão para o espaço, com a construção do seu primeiro satélite geoestacionário – cuja velocidade de órbita é a mesma da Terra.

6 Petrobras

Definitivamente uma das maiores empresas brasileiras, a Petrobrás também foi inclusa na lista das mais inovadoras. Já consolidada em território nacional, recebeu o aval de autoridades americanas para a construção de uma plataforma de exploração de óleo e gás no país.

7 Predicta

Os paulistanos da Predicta lançaram no ano passado uma plataforma de customização de websites, o SiteApps. Lá, desenvolvedores disponibilizam seus aplicativos, pagos ou gratuitos, e usuários escolhem o que querem usar em suas páginas.

8 F*Hits

A primeira rede de blogs de moda do país foi criada por Alice Ferraz. O F*Hits reúne 26 páginas e tem mais de 3,5 milhões de visitantes únicos por mês.

9 Apontador

O site brasileiro de busca local de estabelecimentos e serviços é um dos maiores do país. Conta com sete milhões de locais cadastrados e mais de 15 milhões de visitar únicas por mês.

10 Vostu

A Vostu é a maior empresa de jogos sociais do país, com mais de 50 milhões de usuários. Segundo a Fast Co. foi a primeira a incorporar o rádio aos jogos sociais. Graças a Vostu, usuários podem ouvir música enquanto jogam, sem ter que lidar com a trilha sonora repetitiva, típica dos games.

fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/inovacao/noticias/as-empresas-brasileiras-mais-inovadoras-segundo-fast-company?page=3&slug_name=as-empresas-brasileiras-mais-inovadoras-segundo-fast-company

04/04/2012

A empresa de navegação – Maersk – aumentará em aprox. 30% as tarifas de frete entre o Brasil e diversos destinos do mundo.

Balança comercial de março fecha com superávit de US$ 2 bilhões.

As Indústrias são os maiores importadores do Brasil, responsáveis por aproximadamente 66% de todas as importações realizadas pelo país.

Uma análise recente realizada por uma empresa de consultoria demonstra que os incentivos fiscais na importação tiveram efeitos positivos sobre emprego, produção e renda.

Para refletir: O que teria acontecido no Brasil se tivessemos protegido as escolas de datilografia e impedido a entrada dos computadores importados?

Para refletir: Se a China é o país que mais importa do Brasil, então porque estamos reclamando das importações da China? Não era pra eles estarem reclamando do Brasil?

21/03/2012

5ª Vara Federal de Recife isenta de forma definitiva importador de veículo pessoa física que estava importando um Mustang.

07/02/2012

Fevereiro começa com superávit

As exportações brasileiras, na primeira semana de fevereiro (1º a 5), com três dias úteis, foram de US$ 2,604 bilhões, com média diária de US$ 868 milhões. O resultado é 3,8% superior à média de US$ 836,6 milhões, registrada em fevereiro de 2011.

Neste comparativo, houve aumento nas exportações de manufaturados (28,6%), com destaques para energia elétrica, centrifugadores para filtrar e depurar, aviões, automóveis, óleos combustíveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, e partes de motores para veículos e autopeças. Por outro lado, decresceram as vendas de básicos (-13,8%), por conta, principalmente, de petróleo, em bruto, milho em grão, carne bovina, suína e de frango, minério de ferro e farelo de soja, e também de semimanufaturados (-1,7%), devido à retração nos embarques de açúcar em bruto, alumínio em bruto, celulose, catodos de níquel e catodos de cobre.

Na comparação com a média de janeiro deste ano (US$ 733,7 milhões), as exportações tiveram alta de 18,3%, com aumento nas vendas de produtos manufaturados (44,2%), semimanufaturados (7,3%) e básicos (1,8%).

Na primeira semana do mês, as importações somaram US$ 2,408 bilhões, com resultado médio diário de US$ 802,7 milhões. Por esse critério, houve aumento de 3,3% em relação a fevereiro do ano passado (média de US$ 776,9 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (41,9%), instrumentos de ótica e precisão (35,5%), equipamentos mecânicos (30,9%), plásticos e obras (18,9%), combustíveis e lubrificantes (13,1%), siderúrgicos (10,3%) e farmacêuticos (3,4%).

Na comparação com janeiro de 2012 (média de US$ 792,4 milhões), houve aumento de 1,3% nas aquisições no mercado externo. Houve crescimento, principalmente, nas compras de instrumentos de ótica e precisão (28,4%), equipamentos mecânicos (24,9%), plásticos e obras (17,4%), farmacêuticos (16,6%), e combustíveis e lubrificantes (12,9%).

Com estes dados, a balança comercial brasileira registrou, na primeira semana de fevereiro, superávit de US$ 196 milhões, com média diária de US$ 65,3 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 5,012 bilhões, com média diária de US$ 1,670 bilhão. Houve crescimento de 3,5% na comparação com a média de fevereiro de 2011 (US$ 1,613 bilhão) e aumento de 9,5% sobre a de janeiro deste ano (US$ 1,526 bilhão).

Ano

De janeiro à primeira semana de fevereiro deste ano (25 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 18,746 bilhões (média diária de US$ 749,8 milhões). O resultado é igual ao aferido no mesmo período de 2011 (US$ 749,8 milhões). As importações no ano estão em US$ 19,841 bilhões, com média diária de US$ 793,6 milhões. O valor é 10,8% maior em relação à média registrada no mesmo período de 2011 (US$ 716,6 milhões).

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial está deficitário em US$ 1,095 bilhão, com média diária negativa de US$ 43,8 milhões. A corrente de comércio somou US$ 38,587 bilhões, com média diária de US$ 1,543 bilhão. O valor é 5,3% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,466 bilhão).

Fonte: MDIC

26/01/2012

Produto Nacional ou Produto Importado?

Em uma economia de livre comércio, tanto os produtos nacionais como os produtos importados convivem normalmente, pois apenas desta forma o mercado consumidor conseguirá ser plenamente atendido, já que apenas as indústrias locais não conseguem atender de forma eficiente toda a demanda do mercado interno, com uma gama tão diversificada de produtos a preços competitivos.

Sem os produtos importados, a tendência é que o consumidor vai comprar produtos mais caros, muitas vezes com menor nível de tecnologia ou até mesmo de menor qualidade.

Sem os produtos importados, grande parte da indústria nacional não vai investir em inovação, em desenvolvimento de novos produtos, não vai planejar corretamente seus custos e talvez não tenha interesse em exportar seus produtos, pois o mercado local será mais atrativo, está sendo protegido e também remunera melhor (possibilita praticar preços mais altos).

Quanto mais protegida a economia de um país, maior será a tendência das empresas não exportarem e serem menos eficientes no mercado internacional e quando acontece uma abertura rápida do mercado, as empresas normalmente levam um choque e sentem-se incapazes de competir tanto a nível local como a nível internacional.

Consigo perceber nitidamente o problema dentro das indústrias e empresas brasileiras quando o assunto é a exportação.

Poucas empresas estão realmente preparadas, capacitadas e estruturadas para exportar de forma eficiente, poucas delas possuem profissionais realmente qualificados na área de exportação e poucas delas possuem produtos adaptados às exigências do mercado internacional.

Muitas vezes não são as empresas brasileiras que são mais competitivas, mas sim (a natureza brasileira que é mais competitiva (do que (a natureza internacional), afinal de contas o Brasil tem grandes reservas naturais de minérios e grandes terras férteis para a plantação.

Muitas vezes as empresas reclamam do governo ou reclamam dos produtos importados, mas esquecem dos problemas que ocorrem internamente e que elas mesmas não percebem que existem.

Posso citar alguns exemplos que vivenciei recentemente e que demonstram a falta de capacitação profissional dentro de grandes empresas brasileiras que atuam na área de comércio exterior, como o caso de uma empresa onde o principal responsável pelo setor de exportação não conhece nada de comércio exterior e nem sabe o que são os incoterms, outro caso de uma empresa que tem custos altíssimos no processo de importação e nem sabe porque tem que pagar por estes custos, o caso de vários produtores brasileiros de produtos agrícolas que não sabem como responder e oferecer uma cotação em dólar para os produtos que um comprador Argentino deseja importar, como no caso de funcionários de empresas que participam de feiras de negócios no exterior e não levam lista de preços, não levam catálogo de produtos e não falam bem o idioma inglês. E estou falando que isto acontece normalmente dentro de GRANDES empresas, que faturam milhões de reais por mês.

As empresas brasileiras não são menos competitivas apenas por causa da alta carga tributária, por causa da China e por causa de outros fatores externos, mas muitas vezes elas são menos competitivas por causa de fatores internos, como no exemplo do funcionário que não sabe como atender uma demanda que chega do exterior, por causa do funcionário que não responde um email do comprador, por causa do funcionário que não sabe planejar e gerenciar bem os processos de comércio exterior da empresa e por causa de outros fatores internos.

As últimas estatísticas de comércio exterior demonstram que os grandes importadores são as próprias indústrias, como no caso da indústria automobilística que é responsável por aproximadamente 91% das importações de veículos no Brasil e que foram as mesmas que reivindicaram ao governo maior proteção para a indústria nacional. A questão maior que deve ser analisada não é apenas a concorrência com os produtos importados, pois a própria indústria é uma grande importadora, se não for a principal importadora existente atualmente no Brasil.

As indústrias e os órgãos sindicais devem avaliar o contexto global onde estão inseridos, ou seja, além de avaliar os produtos importados também devem exigir do governo estadual e do governo federal uma menor carga tributária para produzir e comercializar no país, devem exigir menores encargos trabalhistas, menor custo com energia elétrica, maior investimento em infraestrutura e logística (responsável por grande parte dos custos no Brasil) e não acusar simplesmente os produtos importados. Também devem fazer uma análise interna para identificar porque não estão exportando mais, porque são menos competitivas e o que pode ser feito para melhorar, adotando práticas de gestão empresarial mais modernas e eficientes, com profissionais mais capacitados e preparados.

Vale lembrar que na China, o governo chinês não tributa exageradamente os empresários, as indústrias e os consumidores locais, que o governo chinês investe bastante em logística e em infraestrutura e que o país possui uma cultura milenar que sabe muito bem como negociar internacionalmente e que atende muito bem os clientes e consumidores ao redor do mundo. Os chineses negociam melhor e tratam melhor os consumidores e clientes que possuem.

Nenhum país do mundo consegue ser competitivo em tudo.

A Argentina recentemente criou uma política econômica altamente restritiva às importações que irá afetar inclusive as exportações brasileiras. Do ponto de vista da Argentina, nossa indústria nacional equivale a indústria chinesa para o Brasil, nós somos mais eficientes, mais competitivos e oferecemos preços menores do que os argentinos, mas será que isto é culpa da indústria brasileira? Nós somos os vilões da economia argentina?

Da mesma forma as indústrias chinesas são mais eficientes e mais competitivas que diversos setores da economia brasileira e mundial e só por isso eles podem ser considerados os vilões da nossa economia?

O Brasil é o vilão do setor de mineração e da agricultura porque consegue exportar minério de ferro, soja e outros produtos agrícolas e minerais de forma mais eficiente, mais barata e mais competitiva do que outros países do mundo? Nossos produtos devem ser barrados nos países de destino?

A escola de datilografia deveria ter sido preservada e protegida em detrimento da escola de informática e dos equipamentos de informática que temos hoje?

A questão é muito mais ampla do que isso e o objetivo deste artigo é mostrar que infelizmente a economia e o mundo capitalista da forma como foram estruturados e como funcionam hoje, sempre vão gerar estes tipos de desigualdades, pois estamos falando de culturas e economias heterogêneas, que possuem grandes distorções e grandes diferenças entre si, distorções que não conseguirão ser resolvidas sempre e muito menos curtos prazo.

Podemos retornar para o mesmo modelo econômico existente no Brasil antes de 1989, onde éramos praticamente um país exportador e não importávamos praticamente nada, éramos uma economia fechada. Se retornarmos a este modelo podemos continuar pagando mais caro por produtos menos eficientes, podemos abrir mão da tecnologia de ponta, abrir mão de grande parte do conforto que temos hoje e de uma inflação mais baixa ou podemos manter o modelo existente e coexistir de forma equilibrada com os produtos importados, tentando evitar os extremos e acabando com as acusações de ambos os lados.

Podemos vivenciar um colapso da economia mundial onde cada país fechará sua economia ou podemos entender que nós fazemos parte de uma economia mundial (um planeta composto de nações) que devem realizar o intercâmbio comercial entre si, porque apenas desta forma a economia mundial conseguirá sobreviver da forma como está estruturada hoje.

Da mesma forma que uma sociedade não conseguirá conviver e se sustentar se todos seus habitantes ficarem apenas poupando, da mesma forma a economia mundial não conseguirá sobreviver se todos países agirem desta forma.

Desejamos vender / exportar os produtos brasileiros mas também precisamos comprar / importar os produtos estrangeiros.

A carga tributária incidente na importação no Brasil é uma das maiores do mundo e gera grande fonte de renda ao governo (tributos recolhidos), além do importador também pagar tributos na comercialização das mercadorias dentro do mercado interno (o importador também é uma empresa nacional que gera empregos), por outro lado a indústria nacional também paga grande carga tributária, além dos encargos trabalhistas que são muito altos e também deve continuar trabalhando e é grande fonte de empregos.

Sugiro que a indústria nacional avalie a situação como um todo e reivindique do governo uma redução real da carga tributária, redução real dos encargos trabalhistas e que também reavaliem internamente a própria empresa, pois muitas vezes o problema pode não estar fora, mas dentro das próprias organizações.

Devemos considerar o que o governo brasileiro e o que as empresas brasileiras fizeram nos últimos anos (nas últimas décadas), para entendermos a situação atual e para avaliar o que pode ser feito daqui pra frente para melhorar.

Não sou contra e nem a favor de produtos nacionais ou de produtos importados, não sou contra e nem favor de brasileiros ou de estrangeiros, do meu ponto de vista somos todos iguais, somos todos seres humanos vivendo no mesmo planeta e devemos coexistir harmoniosamente e em paz, seja socialmente ou economicamente.

Henrique Mascarenhas

Professor Comércio Exterior

GS Educacional

Pesquisa desenvolve óleo natural contra pragas

O nim ou neem (Azadirachta indica), planta natural do sudeste da Ásia, é considerado uma fonte promissora para a produção de inseticidas orgânicos. Na agricultura, essa árvore da família Meliaceae é utilizada em diversas regiões para o controle de pragas, agindo sobre cerca de 400 espécies de insetos.

Com crescimento rápido e copa densa, o nim chega a alcançar 15 metros e pode ser cultivado em regiões de clima quente e solos bem drenados. No Brasil, as primeiras introduções feitas de forma oficial foram pela Fundação Instituto Agronômico do Paraná, em 1986, com sementes procedentes das Filipinas e, em 1989, com sementes da Índia, Nicarágua e República Dominicana. Na década seguinte, suas propriedades se tornaram mais conhecidas, dando início a plantios comerciais em diversos estados.

Especialistas apontam que sua extração no Brasil ainda precisa de ajustes. O óleo extraído por aqui, por exemplo, tem seu princípio ativo (a azadiractina) degradado quando exposto ao sol. Mas um projeto de pesquisa conduzido em São Carlos conseguiu otimizar o processo de extração e, por meio da nanoencapsulação do óleo, preservar as propriedades inseticidas do nim.

“Essa instabilidade da azadiractina sob a radiação solar é algo por demais dispendioso na lavoura, uma vez que o agricultor tem de aplicar diversas vezes o óleo”, disse Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva, professora do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Ela coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Controle Biorracional de Insetos Pragas, financiado pela Fapesp e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que tem por objetivo estudar compostos não tóxicos ao ser humano e que possam controlar doenças e o comportamento de pestes na agricultura.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/pesquisa-desenvolve-oleo-natural-contra-pragas

Notícias 28/12/2011

53% das receitas com exportações no Brasil, são auferidas por apenas 40 empresas, sendo que 75% destas empresas atuam no setor agrícola ou mineral.


A VALE é a principal empresa exportadora do Brasil, seguida em segundo lugar pela Petrobrás. Multinacionais são as próximas da lista.


As receitas das exportações brasileiras estão cada vez mais dependente das commodities agrícolas e minerais. A participação das micro e pequenas empresas e de outros setores da economia brasileira precisa ser melhorada e incentivada.


O uso exagerado e abusivo de defensivos agrícolas no Brasil pode comprometer as exportações nos próximos anos se os principais mercados consumidores no exterior exigirem baixos níveis de agrotóxicos ou álgum tipo de certificação nos produtos que forem exportados.


Balança comercial – Quarta semana de dezembro

Na quarta semana de dezembro (19 a 25), com cinco dias úteis, as exportações brasileiras atingiram US$ 5,286 bilhões (média diária de US$ 1,057 bilhão) e as importações totalizaram US$ 4,546 bilhões (com média diária de US$ 909,2 milhões). A média das exportações da quarta semana foi 13,9% superior à média até a terceira semana (US$ 927,9 milhões), em razão do aumento nas exportações das três categorias de produtos.

Entre os básicos (18%) tiveram destaque o minério de ferro, o petróleo, o café em grão, o farelo de soja e o minério de cobre. Na categoria dos semimanufaturados (13,1%) os destaques foram a celulose, o ouro em forma semimanufaturada, os semimanufaturados de ferro e aço, os couros e peles e o óleo de soja em bruto. Já nas vendas externas de manufaturados (10,5%), o maior crescimento foi registrado nas exportações de aviões, de óleos combustíveis, de autopeças, aparelhos para terraplanagem, torneiras e válvulas, e laminados planos.

As importações, na quarta semana de dezembro, tiveram queda de 0,9% sobre a terceira semana do mês. Resultado, principalmente, da retração nos gastos com equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, aparelhos eletroeletrônicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos.Com estes resultados, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 740 milhões (média diária de US$ 148 milhões) e corrente de comércio de US$ 9,832 bilhões (média de US$ 1,966 bilhão).

Mês

Nos 17 dias úteis de dezembro (1° a 23), as exportações foram de US$ 16,421 bilhões, com média diária de US$ 965,9 milhões. Pela média, houve aumento de 6,2% em relação à média do mês de dezembro de 2010 (US$ 909,5 milhões). Na comparação com a média do mês de novembro deste ano (US$ 1,088 bilhão), houve queda de 11,3%.

Nas exportações, comparadas a média até a quarta semana de dezembro e a do mesmo período de 2010 (US$ 909,5 milhões), houve aumento de 6,2% em razão, principalmente, do crescimento das vendas externas de procutos manufaturados (13,8%). Os destaques foram os óleos combustíveis, os aparelhos para terraplanagem, o etanol, os automóveis de passageiros, além de motores e geradores, aviões, açúcar refinado e autopeças. Nas exportações de semimanufaturados (6%), os principais produtos foram o óleo de soja em bruto, os semimanufaturados de ferro e aço, e o ouro em forma semimanufaturada). Entre os básicos (0,4%) destacaram-se a soja em grão, o algodão, o fumo em folhas, e o minério de cobre. Em relação a novembro deste ano, a média diária das exportações retrocedeu 11,3%, devido à diminuição nas vendas de semimanufaturados (-27,2%) e básicos (-16,4%). Já as vendas externas de manufaturados registraram aumento (2,3%).

As importações, até a quarta semana de dezembro, estão em US$ 15,551 bilhões (média de US$ 914,8 milhões). Houve aumento de 35,1% na comparação com a média de dezembro de 2010 (US$ 677,1 milhões). Já em relação ao resultado de novembro deste ano (US$ 1,059 bilhão), houve diminuição de 13,7% das aquisições no exterior. Nas compras externas, a média diária até a quarta semana do mês ficou 35,1% acima da média de dezembro de 2010 e 13,7% inferior a novembro de 2011.

No comparativo com dezembro de 2010, aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (167,1%), combustíveis lubrificantes (78,9%), veículos automóveis e partes (48,2%), farmacêuticos (43,3%) e borracha e obras (26,0%). Em relação a novembro de 2011, houve queda, principalmente, nos seguintes produtos: aparelhos eletroeletrônicos (-24,5%), cereais e produtos de moagem (-19,4%), combustíveis e lubrificantes (-17,7%), veículos automóveis e partes (-17,1%) e equipamentos mecânicos (-16,0%).

Com estes resultados, a balança registra saldo positivo no mês de US$ 870 milhões (média diária de US$ 51,2 milhões) e a corrente de comércio atinge US$ 31,972 bilhões (média de US$ 1,880 bilhão).

Ano

De janeiro até a quarta semana de dezembro, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 473,823 bilhões (média diária de US$ 1,926 bilhão), com aumento de 25,6% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,533 bilhão).

Nos 246 dias úteis de 2011, o superávit da balança comercial é de US$ 26,844 bilhões (média diária de US$ 109,1 milhões). O resultado é 43,1% maior que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 76,3 milhões).

No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 250,333 bilhões (média diária de US$ 1,017 bilhão), resultado 26,4% acima do verificado no mesmo período de 2010, que teve média diária de US$ 804,9 milhões. O acumulado anual das importações está 24,7% maior em relação ao ano passado (média diária de US$ 728,6 milhões). No ano, as compras externas brasileiras foram de US$ 223,489 bilhões (média diária de US$ 908,5 milhões).

Fonte: MDIC

NOTÍCIAS 21/12/2011

Mercosul aprova elevação tarifária temporária

Os representantes do Conselho do Mercado Comum do Mercosul decidiram, em reunião ordinária, que precedeu o encontro presidencial realizado nesta terça-feira (20/12), em Montevidéu, no Uruguai, implementar um mecanismo que irá permitir que os países membros do bloco econômico possam aumentar, temporariamente, as alíquotas do Imposto de Importação.

Esse mecanismo será um instrumento paralelo à já existente Lista de Exceção à Tarifa Externa Comum (Letec), com a diferença que, na Letec, é possível elevar ou reduzir as alíquotas (atualmente, dos cem itens que compõem a lista brasileira, 65 reduzem o Imposto de Importação e 35 aumentam).

Cada país poderá elencar cem novos códigos tarifários da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que não estejam na Letec, neste mecanismo, para elevar as alíquotas previstas na Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul para produtos importados de países do extrabloco. Para a elevação tarifária, serão, obviamente, respeitados os tetos compromissados na Organização Mundial do Comércio (OMC).

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, explica que “o novo mecanismo consiste em um instrumento estratégico para que os países do Mercosul possam lidar com a crise internacional, permitindo fazer melhor uso da margem de manobra para definição do Imposto de Importação”. A ação já estava prevista no Plano Brasil Maior, com o compromisso do governo brasileiro de pleitear a adoção da medida junto aos demais países membros do Mercosul.

Pelo mecanismo aprovado, cada país do bloco econômico deverá enviar formulário para a adoção da medida à Secretaria do Mercosul. Os demais países do bloco terão 15 dias úteis para se manifestar contrariamente. Caso não o façam, o país poderá adotar a medida de forma imediata.

No formulário, o país deverá informar aumento significativo das importações originárias de países do extrabloco e ainda o dano causado à produção interna. A medida será aplicada por até 12 meses, podendo ser prorrogada por igual período, desde que sejam mantidas as circunstâncias que motivaram a medida. Quando da prorrogação, os demais países poderão novamente se manifestar contrariamente em 15 dias úteis.

Fonte: MDIC


Terceira semana de dezembro tem superávit de US$ 542 milhões

As exportações brasileiras, na terceira semana de dezembro (12 a 18), com cinco dias úteis, foram de US$ 5,077 bilhões (média diária de US$ 1,015 bilhão). O resultado é 17,3% superior à média aferida até a segunda semana do mês (US$ 865,4 milhões). Neste comparativo, aumentaram as vendas de produtos básicos (38,7%), com destaques para minério de ferro, petróleo e café, e de manufaturados (5,1%), sendo os principais aumentos para aviões, energia elétrica, autopeças, etanol, suco de laranja congelado e veículos de carga. Os embarques de produtos semimanufaturados (-13,9%), porém, decresceram, por conta de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, couros e peles, óleo de soja em bruto e ouro em forma semimanufaturada.

As importações, no período, foram de US$ 4,535 bilhões (resultado médio diário de US$ 907 milhões) e houve queda de 1,9% sobre a média até a até a segunda semana de dezembro (US$ 924,1 milhões), explicada, principalmente, pela retração nos gastos com combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, siderúrgicos, aeronaves e partes e cereais e produtos de moagem. Com esses dados, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 542 milhões (média diária de US$ 108,4 milhões) e a corrente de comércio foi de US$ 9,612 bilhões (média de US$ 1,922 bilhão).

Mês

Nos 12 dias úteis de dezembro (1° a 18), as exportações foram de US$ 11,135 bilhões, com resultado médio diário de US$ 927,9 milhões. Pela média, houve aumento de 2% em relação à média do mês de dezembro de 2010 (US$ 909,5 milhões). As vendas produtos manufaturados (10,4%) cresceram, com destaque para etanol, automóveis de passageiros, veículos de carga, motores e geradores, açúcar refinado, bombas e compressores e partes de motores para veículos. Nos semimanufaturados (2,1%), aumentaram, principalmente, os embarques de borracha sintética, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, açúcar em bruto e madeira serrada. Por outro lado, decresceram as vendas de básicos (-4,6%) por conta, principalmente, de petróleo, milho em grãos, farelo de soja e minério de ferro.

Na comparação com a média do mês de novembro deste ano (US$ 1,088 bilhão), houve queda de 14,8% nas vendas brasileiras, com diminuição das exportações nas três categorias de produtos: semimanufaturados (-29,9%), básicos (-20,6%) e manufaturados (-0,8%).

As aquisições no exterior, em dezembro, estão em US$ 11,005 bilhões (média de US$ 917,1 milhões). Houve aumento de 35,4% na comparação com a média de dezembro do ano passado (US$ 677,1 milhões), com alta, principalmente, nos gastos com adubos e fertilizantes (169,9%), veículos automóveis e partes (61,5%), combustíveis lubrificantes (55,8%), farmacêuticos (44,2%) e borracha e obras (31,4%).

Já sobre o resultado verificado em novembro passado (US$ 1,059 bilhão), apontou-se retração de 13,4% nas importações, com diminuição nas aquisições de combustíveis e lubrificantes (-28,3%), cereais e produtos de moagem (-25,8%), aparelhos eletroeletrônicos (-22,9%), equipamentos mecânicos (-13,6%) e plásticos e obras (-13,4%).

Com esses resultados, a balança registra saldo positivo no mês de US$ 130 milhões (média diária de US$ 10,8 milhões). A corrente de comércio, no período, somou US$ 22,14 bilhões, com média de US$ 1,845 bilhão.

Ano

De janeiro até a terceira semana de dezembro, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 463,991 bilhões (média diária de US$ 1,925 bilhão), com aumento de 25,9% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,529 bilhão).

Nos 241 dias úteis de 2011, o superávit da balança comercial é de US$ 26,104 bilhões (média diária de US$ 108,3 milhões). O resultado é 57,4% maior que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 68,8 milhões).

No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 245,047 bilhões (média diária de US$ 1,016 bilhão), resultado 27,2% acima do verificado no mesmo período de 2010, que teve média diária de US$ 799,1 milhões. O acumulado anual das importações está 24,4% maior em relação ao ano passado (média diária de US$ 730,2 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 218,943 bilhões (média diária de US$ 908,5 milhões).

Fonte: MDIC


Cooperativas têm superávit recorde de US$ 5,329 bilhões

O saldo da balança comercial das cooperativas, de janeiro a novembro de 2011, alcançou um superávit de US$ 5,329 bilhões. O resultado é recorde para o período e representa 37,2% mais que nos primeiros onze meses de 2010 (US$ 3,884 bilhões). As cooperativas brasileiras que venderam produtos para o mercado externo, entre janeiro e novembro de 2011, atingiram o maior volume de exportações já registrado pelo setor desde 2005, quando teve início a série histórica. Nos onze meses deste ano, as vendas externas das cooperativas totalizaram US$ 5,651 bilhões, um crescimento de 36,7% sobre igual período de 2010.

Já as importações realizadas por cooperativas tiveram expansão de 29,1%. Passaram de US$ 249,6 milhões, de janeiro a novembro de 2010, para US$ 322,2 milhões, no mesmo período de 2011. Com estes resultados, a corrente de comércio no período também foi a que apresentou o melhor desempenho da série: US$ 5,974 bilhões. Uma expansão de 36,3% em relação ao período de janeiro a novembro de 2010. No que diz respeito à participação na pauta brasileira, considerando os onze meses do ano, as exportações das cooperativas passaram de 1,9%, em 2005, para 2,4% em 2011.

Estados

Dos 27 estados da federação, vinte realizaram exportações por meio de cooperativas, de janeiro a novembro de 2011. No mesmo período de 2010, foram 18 os estados exportadores. Este ano, São Paulo foi o que registrou o maior valor nas vendas externas das cooperativas (US$ 1,88 bilhão, 33,3% do total); em seguida vem o Paraná (US$ 1,807 bilhão, 32%); Minas Gerais (US$ 782,5 milhões, 13,9%); o Rio Grande do Sul (US$ 348,3 milhões, 6,2%); e Santa Catarina (US$ 281,9 milhões, 5%).

Produtos

Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas, de janeiro a novembro deste ano, destacam-se o açúcar refinado (US$ 949,1 milhões); o café em grãos (US$ 740,3 milhões); a soja em grãos (US$ 691,3 milhões); e o açúcar em bruto (US$ 656 milhões, 11,6%). Já os principais produtos importados pelas cooperativas, nos onze meses de 2011, foram: cloretos de potássio (US$ 51,5 milhões); diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 27 milhões, 8,4%); ureia com teor de nitrogênio (US$ 26,7 milhões, 8,3%); cevada cervejeira (US$ 23,8 milhões, 7,4%); e malte não torrado (US$ 18 milhões, 5,6%);

Mercados

No período, os produtos exportados pelas cooperativas tiveram como destino 133 países. Os principais foram: China (US$ 709,7 milhões, 12,6% do total); Estados Unidos (US$ 585,3 milhões, 10,4%); Emirados Árabes Unidos (US$ 505,5 milhões, 8,9%); e Alemanha (US$ 411,7 milhões, 7,3%).

As importações feitas por cooperativas brasileiras foram originárias de 48 países. Os maiores exportadores foram: a Argentina (US$ 45 milhões, 14% do total); Rússia (US$ 44,1 milhões, 13,7%); Alemanha (US$ 40,8 milhões, 12,7%); e Paraguai (US$ 28,5 milhões, 8,8%).

Camex aprova redução tributária para incentivar competitividade de empresas brasileiras

13/12/2011

Foram publicadas, no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções Camex n° 95 e n°96 que aprovam a concessão de 298 novos Ex-tarifários para bens de capital e bens de informática e telecomunicação. Os itens, que não têm produção nacional, terão Imposto de Importação alterado para 2% até 31 de dezembro de 2012. As concessões, aprovadas na última reunião do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), referem-se a equipamentos com especificações restritas, não contemplando todo o universo de produtos abrangidos pelos respectivos códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Fora do regime de Ex-tarifário, as alíquotas para bens de capital são de 14% e para bens de informática e telecomunicação são de 16%.

Os investimentos globais previstos relacionados aos novos Ex-tarifários chegam a US$ 4,6 bilhões e os valores relacionados à importação de equipamentos são de US$ 570 milhões. Os produtos serão importados principalmente da Alemanha (26%), da Itália (16%), dos Estados Unidos (13%) e do Japão (11%). Os setores mais beneficiados com as concessões são os de mineração, siderúrgico e de autopeças.

Os projetos relacionados aos novos Ex-tarifários têm objetivos diversos como: abastecer o mercado interno, aumentar as exportações, diversificar a matriz energética brasileira e melhorar o transporte urbano. Entre os principais projetos vinculados aos novos Ex-tarifários estão a construção de uma usina de pelotização, de um concentrador e de um novo mineroduto, elevando a capacidade de produção para 30,5 milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro por ano; a instalação de uma nova fábrica de motores, com capacidade para produzir 120.000 unidades por ano; e a implantação de um metrô monotrilho para melhoria da infraestrutura de transporte urbano e a expansão da rede ferroviária de transporte de passageiros por metrô, em São Paulo.

Além disso, estão previstos investimentos na implantação de uma nova fábrica de biocombustíveis, com capacidade para produzir 90 milhões de litros por ano; no aumento da produção em 4.700 toneladas por ano de cabos metálicos para produção pneus de engenharia civil; na expansão de parque fabril para produzir freios ABS, sistemas de direção e de suspensão para veículos; no aumento da capacidade de produção de aços longos destinados a construção civil; na modernização de uma fábrica para produção de lentes oftálmicas com melhor qualidade; e no aumento da produção, em 4.700 toneladas por ano, de cabos metálicos para produção pneus de engenharia civil, entre outros.

Incentivo aos investimentos produtivos

De julho de 2001 a novembro de 2011, a Camex aprovou a concessão de 13.208 Ex-tarifários, que geraram importações de equipamentos no valor total de US$ 28,8 bilhões e investimentos globais da ordem de mais de US$ 204 bilhões. Em 2011, foram aprovadas 2.189 novas concessões, os investimentos em importações informados pelas empresas pleiteantes foram de US$ 5 bilhões e os investimentos em projetos de diferentes naturezas chegaram a US$ 36 bilhões. Em 2010, foram 1.869 concessões e os valores informados foram, respectivamente, de US$ 4 bilhões e de US$ 27 bilhões.

O que são Ex-tarifários

O regime de Ex-tarifário é um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no país através da redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital, informática e telecomunicação que não são produzidos no Brasil. O que possibilita aumento da inovação tecnológica por parte de empresas de diferentes segmentos da economia; produz efeito multiplicador de emprego e renda; tem papel especial no esforço de adequação e melhoria da infraestrutura nacional; estimula os investimentos para o abastecimento do mercado interno de bens de consumo; e contribui para o aumento da competitividade de bens destinados ao mercado externo, entre outros benefícios.

Cabe ao Comitê de Análise de Ex-tarifários (CAEx), instituído no âmbito do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a verificação da inexistência de produção nacional dos bens pleiteados, bem como a análise de mérito dos pleitos em vista dos objetivos pretendidos e dos investimentos envolvidos.

Fonte: MDIC


Fabricante de escovas de cabelo cumpre certificado de origem

13/12/2011

Após três investigações em que a origem informada por importadores brasileiros foi desqualificada, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apurou novo caso, sendo que, desta vez, um fabricante de escovas de cabelo de Taiwan comprovou o cumprimento às regras de origem estabelecidas na Resolução Camex nº 80/2010. O produto é classificado na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) no número 9603.29.00.

O resultado da investigação está publicado hoje, no Diário Oficial da União, na Circular Secex nº 66/2011. A denúncia era de que a empresa taiwanesa ‘Tong Fong’ não produzia as escovas, e de que o produto era elaborado na China e depois revendido como se fosse taiwanês, para que não fosse pago direito antidumping. O Brasil aplica medida antidumping contra a importação chinesa de escovas de cabelo desde dezembro de 2007.

As informações prestadas pelo exportador taiwanês sobre o processo produtivo das escovas foram confirmadas por equipe técnica da Secex que realizou verificação in loco, no período de 21 a 23 de novembro de 2011, na planta produtiva e no escritório da empresa fabricante em Taiwan. Na verificação, foram feitas também análises contábeis para averiguar se as informações prestadas estavam de fato registradas na contabilidade da empresa e se os dados financeiros confirmavam a aquisição dos insumos e o recebimento das vendas.

Casos anteriores

Os resultados de três outras investigações feitas neste ano pela Secex sobre regra de origem concluíram que fabricantes em Taiwan não cumpriram os requisitos estabelecidos pela legislação brasileira. As investigações trataram sobre a importação de ímãs de ferrite (produto utilizado na fabricação de autofalantes) e de lápis de grafite preto e lápis de cor de madeira. Nestes casos, a Secex impediu a realização da compra desses produtos indeferindo as licenças de importação.

Fonte: MDIC


Camex aprova adequação da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e da Tarifa Externa Comum (TEC)

Foi publicada no Diário Oficial da União a Resolução Camex nº 94 que realiza a adequação da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e da Tarifa Externa Comum (TEC) à V Emenda ao Sistema Harmonizado (SH) de Designação e Codificação de Mercadorias (SH), com vigência a partir de 1º de janeiro de 2012. A adequação foi aprovada na reunião do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), realizada na última quinta-feira (8/12), e substitui a versão 2007 do Sistema Harmonizado pela sua versão de 2012.

O Brasil, na condição de parte contratante da Convenção Internacional sobre o Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH), assumiu a obrigação de incorporar as modificações introduzidas no sistema, sob a forma de emendas, que são propostas em intervalos de quatro a seis anos, e decorrem da necessidade de atualização relacionada a avanços tecnológicos, alterações nos padrões de comércio, aclaração de textos para uniformidade de aplicação, facilitação de atividades de controle e monitoramento e a diversos outros fatores.

Fonte: MDIC


Exportações simplificadas poderão ser financiadas pelo

Proex

As operações de exportação de bens realizadas por meio de Declaração Simplificada de Exportação (DSE) poderão se utilizar do Programa de Financiamento às Exportações (Proex). Essas operações são feitas sem a exigência de Registro de Exportação e estão limitadas até o valor de US$ 50 mil.

Portaria da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que será assinada hoje durante a 20ª Reunião Plenária do Fórum Permanente das Micro e Pequenas Empresas, irá viabilizar a medida de estímulo a esta categoria empresarial.

“Esta é uma solução concreta para um problema operacional que identificamos e que terá impacto positivo para os pequenos empreendedores”, explica a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres. Em 2010, as exportações por DSE somaram US$ 784 milhões e 9.171 empresas se utilizaram desta forma de venda ao mercado externo. Vale notar que o preço médio das exportações por DSE (US$ 6,8/Kg) foi 1.643% superior ao das exportações totais brasileiras no ano passado (US$ 0,39/Kg).

Proex para DSE

O Proex consiste no financiamento direto ao exportador brasileiro, que recebe o valor da exportação à vista, oferecendo ao importador prazo para o pagamento da transação. Trata-se de mecanismo para o apoio, principalmente, às exportações de micro e pequenas empresas, e contempla aquelas com faturamento bruto anual de até R$ 600 milhões. O agente financeiro do Proex é o Banco do Brasil.

Para acessar ao financiamento nos casos de DSE, os empresários terão que fazer o Registro de Crédito (RC) no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), mas não precisarão fazer o Registro de Exportação (RE). Caso o financiamento seja aprovado pelo Banco do Brasil, bastará aos exportadores apresentarem a cópia da DSE e os documentos relacionados ao embarque das mercadorias para que o empréstimo seja liberado.

Fonte: MDIC


MDIC impede importação de lápis por falsa declaração de origem

A conclusão da investigação, conduzida pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que apurou falsa declaração de origem para a importação de lápis de grafite preto e lápis de cor de madeira, com diâmetro entre 7 e 8 milímetros, incluídos no código tarifário da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) 9609.10.00, está publicada na edição do Diário Oficial da União.

O resultado da investigação, apresentado na Portaria n° 41 da Secex, concluiu que a empresa ‘Maslino Trading CO’ não conseguiu cumprir as condições estabelecidas pelo Brasil para os produtos serem considerados originários de Taipé Chinês (Taiwan). Com isso, as licenças de importação solicitadas pelos importadores brasileiros referentes a esta empresa serão indeferidas.

“Desta forma, os produtos que não comprovaram a origem nem mesmo chegarão ao Brasil”, explica a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres. “A apuração de práticas ilegais de comércio exterior são foco crescente do trabalho do MDIC, conforme estabelecido no Plano Brasil Maior, e temos outras investigações desse tipo em andamento na Secex”, complementa. Esse é o segundo caso de produto investigado por falsa declaração de origem neste ano pelo MDIC. O primeiro tratou de ímãs de ferrite, produto utilizado na fabricação de autofalantes, e também lidou com empresas taiwanesas.

Fonte: MDIC

Camex reduz Imposto de Importação de hemoderivados e outros produtos por
desabastecimento

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n° 83,
aprovada ad referendum do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior
do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A
Resolução determina a redução temporária para 0% do Imposto de Importação (II)
para medicamentos da categoria dos hemoderivados. São produtos que fazem parte
da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde (OMS) e são
obtidos pela purificação industrial do plasma humano – um subproduto do sangue
doado voluntariamente nos hemocentros e serviços de hemoterapia em todo o
Brasil.

Tiveram a alíquota reduzida o Concentrado de Fator VIII, o Concentrado de Fator IX, o
Concentrado de Fator von Willebrand de alta pureza, o Concentrado de Fator VIII
da coagulação recombinante e a soroalbumina humana.

Fonte: MDIC


Exportações e importações já superam em outubro resultados de anos
anteriores

A balança comercial brasileira registra recordes no acumulado
do ano até o mês de outubro para a exportação (US$ 212,1 bilhões, com
crescimento de 29,3% da média diária sobre igual período do ano passado), a
importação (US$ 186,8 bilhões, com aumento de 24,9%) e a corrente de comércio
(US$ 398,9 bilhões, com alta de 27,2%).

O dado foi apresentado hoje em entrevista coletiva da
secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, que destacou ainda que “se
hoje fosse o último dia do ano, o comércio exterior brasileiro já estaria com
recordes, na série histórica, para as exportações, importações e corrente de
comércio”, disse.

De janeiro a dezembro de 2010, o Brasil teve exportações de US$
202 bilhões, importações de US$ 182 bilhões e corrente de comércio de US$ 384
bilhões. Em relação ao saldo comercial no acumulado deste ano, o valor chega a
US$ 25,4 bilhões e é o maior nos últimos quatro anos para o período entre
janeiro a outubro (2007: US$ 34,4 bilhões).

Produtos

No acumulado de 2011, as exportações dos três grupos de
produtos na classificação de fator agregado registraram crescimento em relação à
igual período de 2010: básicos (39%), semimanufaturados (31,9%) e manufaturados
(17,3%). As importações no período também tiveram aumento em todas as categorias
de uso, na comparação com igual período de 2010: combustíveis e lubrificantes
(40,3%), bens de consumo (27,5%), matérias-primas e intermediários (23,1%) e
bens de capital (17%).

Mercados

Os principais países de destino das exportações, no acumulado
do ano, foram: China (US$ 37,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 20,7 bilhões),
Argentina (US$ 18,9 bilhões), Países Baixos (US$ 11,6 bilhões) e  Japão (US$ 7,7
bilhões).

Já em relação às importações no período, os principais mercados
de origem foram: Estados Unidos (US$ 28,1 bilhões), China (US$ 27,1 bilhões),
Argentina (US$ 13,9 bilhões), Alemanha (US$ 12,4 bilhões) e Coréia do Sul (US$
8,5 bilhões).

Fonte: MDIC


Superávit em outubro foi de US$ 2,355 bilhões

Nos vinte dias úteis de outubro, as exportações brasileiras
somaram US$ 22,140 bilhões, com média diária de US$ 1,107 bilhão. As importações
mensais chegaram a US$ 19,785 bilhões e registraram média diária de US$ 989,3
milhões. Com estes resultados, o saldo comercial foi de US$ 2,355 bilhões, sendo
o resultado médio diário de US$ 117,8 milhões, e a corrente de comércio
totalizou US$ 41,925 bilhões, com média por dia útil de US$ 2,096 bilhões.

Na comparação pela média diária, as exportações cresceram 20,5%
em relação a outubro de 2010 (US$ 919,1 milhões) e retraíram 0,2% em relação a
setembro passado (US$ 1,108 bilhão). As importações tiveram incremento de 19,5%
em comparação com outubro do ano passado (média de US$ 827,7 milhões) e aumento
de 2,8% no comparativo com setembro de 2011 (média de US$ 962,4 milhões).

O saldo comercial teve crescimento de 28,9% em relação a
outubro de 2010 (média de US$ 91,4 milhões) e diminuiu 19,6% quando comparado
com a média diária de setembro último (US$ 146,4 milhões). O resultado médio
diário da corrente de comércio registrou elevação de 20% sobre outubro passado
(US$ 1,746 bilhão) e de 1,2% sobre o mês passado (US$ 2,071 bilhões).

Semanas

As exportações brasileiras na quarta semana de outubro (24 a
30), com cinco dias úteis, foram de US$ 5,817 bilhões com média diária de US$
1,163 bilhão. As importações no período foram de US$ 4,481 bilhões, com
resultado médio diário de US$ 896,2 milhões. O superávit semanal ficou em US$
1,336 bilhão (média de US$ 267,2 milhões) e a corrente de comércio, em US$
10,298 bilhões (média de US$ 2,059 bilhões).

Já a última semana do mês, com apenas um dia útil (31),
registrou exportação de US$ 1,236 bilhão, importação de US$ 789 milhões, saldo
de US$ 447 milhões e corrente de US$ 2,025 bilhões.

Ano

De janeiro a outubro deste ano (209 dias úteis), as vendas ao
exterior somaram US$ 212,139 bilhões (média diária de US$ 1,015 bilhão). Na
comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 785,1 milhões), as
exportações cresceram 29,3%. As importações foram de US$ 186,749 bilhões, com
média diária de US$ 893,5 milhões. O valor está 24,9% acima da média registrada
no mesmo período de 2010 (US$ 715,3 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já
chega a US$ 25,390 bilhões, com o resultado médio diário de US$ 121,5 milhões.
No mesmo período de 2010, o superávit foi de US$ 14,522 bilhões, com média de
US$ 69,8 milhões. Pela média, houve aumento de 74% no comparativo entre os dois
períodos. A corrente de comércio soma, em 2011, US$ 398,888 bilhões, com média
diária de US$ 1,908 bilhão. O valor é 27,2% maior que a média aferida no mesmo
período no ano passado (US$ 1,5 bilhão).

Fonte: MDIC


Curitiba irá sediar 3º Encomex Mercosul

A secretária de Comércio Exterior do Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres,
esteve hoje no Auditório Mário Lobo, no Palácio das Araucárias, em Curitiba-PR,
para o pré-lançamento do 3º Encontro de Comércio Exterior do Mercosul (3º
Encomex Mercosul), marcado para os dias 1º e 2 de dezembro, na Universidade
Positivo.

Fonte: MDIC

. STF adia aumento de IPI para importados e com esta decisão, a alta só deve vigorar em 15 de dezembro. 20/10/2011.

Parauapebas-PA contabiliza maior saldo comercial em 2011

Brasília (19 de outubro) – Nos primeiros nove meses de 2011, 2.138 municípios brasileiros
realizaram operações de comércio exterior. Angra dos Reis-RJ foi o que registrou
a maior exportação no período (US$ 11,025 bilhões). Na sequência dos municípios
que mais exportaram, entre janeiro e setembro deste ano, aparecem:
Parauapebas-PA (US$ 8,767 bilhões), São Paulo-SP (US$ 6,398 bilhões), Rio de
Janeiro-RJ (US$ 4,715 bilhão) e Santos-SP (US$ 3,979 bilhões).

Na relação dos municípios com maiores saldos positivos,
Parauapebas-PA (US$ 8,536 bilhão) também ocupa a primeira posição, seguido por
Angra dos Reis (US$ 8,520) Nova Lima-MG (US$ 3,302 bilhão); Anchieta-ES (US$
3,102 bilhão) e Itabira-MG (US$ 2,752 bilhões).

Na lista dos municípios que mais importaram no período, estão: São
Paulo-SP (US$ 11,335 bilhões), Manaus-AM (US$ 9,825 bilhões), São Sebastião-SP
(US$ 6,449 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 5,46 bilhões) e Itajaí-SC (US$ 4,938
bilhões).

Fonte: MDIC

Exportação brasileira de 2011 já supera o total de 2010

Brasília (19 de outubro) – As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira
(18/10), o total vendido pelo país em 2010. De janeiro até ontem, o Brasil
exportou US$ 202,071 bilhões, número que supera o valor contabilizado em todo o
ano de 2010 (janeiro a dezembro) e que foi recorde na série histórica do país
(US$ 201,915 bilhões).

Para a secretária de Comércio Exterior do Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres,
alcançar, já neste momento do ano, as vendas recordistas de 2010 mostra como “o
esforço exportador brasileiro é real”. “É um indicador de como o país vem
conseguindo enfrentar a atual crise econômica com determinação e competência
diante as oportunidades do mercado global”, acrescentou.

A meta do MDIC para as exportações brasileiras para o ano de 2011 é
de US$ 257 bilhões. O número projeta um crescimento 27% acima do total exportado
em 2010.

Fonte: MDIC

Cooperativas paulistas se tornam maiores exportadoras em 2011

Brasília (19 de outubro) – Nos primeiros nove meses de 2011, as exportações de cooperativas
apresentaram crescimento de 35,5% sobre igual período de 2010, alcançando um
total de US$ 4,582 bilhões. A participação do setor na pauta de exportações
brasileira está em 2,4%, resultado que representa o melhor patamar da série
estatística iniciada em 2005.

Nas importações das cooperativas, também houve crescimento de 34%
sobre igual período do ano passado e as compras somam US$ 255,6 milhões no
acumulado deste ano, com participação de 0,4% no total das aquisições do país no
exterior.

A balança comercial das cooperativas apresenta saldo positivo de US$
4,327 bilhões nos primeiros nove meses, resultado recorde para o período
superando em 35,6% o de 2010, quando atingiu US$ 3,19 bilhões. A corrente de
comércio acumulada foi também a melhor da série, com US$ 4,838 bilhões e
expansão de 35,5% em relação ao período de janeiro a setembro de
2010.

Estados

Nos nove meses de 2011, São Paulo foi o estado com maior valor de
exportações de cooperativas, com US$ 1,564 bilhão, representando 34,1% do total
das exportações deste segmento. O estado ultrapassou o Paraná (US$ 1,547 bilhão,
33,8%), que até agosto deste ano se mantinha na liderança das vendas aos
mercados externos.

A mudança na classificação se justifica, principalmente, pelas vendas
de açúcar em bruto, de açúcar refinado e de etanol, que representaram 99% das
exportações de São Paulo no mês de setembro, em razão da produção decorrente da
safra da cana-de-açúcar. Em seguida no ranking estão: Minas Gerais (US$ 560,2
milhões, 12,2%); Rio Grande do Sul (US$ 314,0 milhões, 6,9%); e Santa Catarina
(US$ 212,6 milhões, 4,6%).

Já para as importações, os estados que mais compraram no exterior, no
ano, foram: Paraná (aquisições de US$ 109,3 milhões, representando 42,8% do
total das importações deste segmento); Santa Catarina (US$ 56 milhões, 21,9%);
São Paulo (US$ 39,3 milhões, 15,4%); Rio Grande do Sul (US$ 17,6 milhões, 6,9%);
e Goiás (US$ 15,7 milhões, 6,1%).

Produtos

Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas, entre
janeiro e setembro de 2011, se destacaram: açúcar refinado (com vendas de US$
810,7 milhões, representando 17,7% do total exportado pelas cooperativas); soja
em grãos (US$ 639 milhões, 14%); açúcar em bruto (US$ 572,6 milhões, 12,5%);
café em grãos (US$ 534 milhões, 11,7%); e pedaços e miudezas comestíveis de
frango (US$ 397,3 milhões, 8,7%).

Já entre os produtos adquiridos pelas cooperativas, os principais, no
período, foram: cloretos de potássio (com compras de US$ 42,6 milhões,
representando 16,7% do total importado pelas cooperativas); cevada cervejeira
(US$ 23,8 milhões, 9,3%); diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 22,8 milhões,
8,9%); ureia com teor de nitrogênio (US$ 20,3 milhões, 7,9%); e malte não
torrado (US$ 17,7 milhões, 6,9%);

Mercados

No acumulado do ano, o principal mercado de destino dos produtos das
cooperativas brasileiras foi a China, com vendas de US$ 601,5 milhões, o que
representou 13,1% do total. O mercado chinês foi seguido por Emirados Árabes
Unidos (US$ 465,5 milhões, 10,2%); Estados Unidos (US$ 385,2 milhões, 8,4%);
Alemanha (US$ 360,9 milhões, 7,9%); e Países Baixos (US$ 235,6 milhões, 5,1%).

As cooperativas adquiriram insumos, principalmente, de Argentina
(compras de US$ 41,3 milhões, representando 16,2% do total); Alemanha (US$ 36,8
milhões, 14,4%); Rússia (US$ 27,9 milhões, 10,9%); Estados Unidos (US$ 23,1
milhões, 9,0%); e Paraguai (US$ 16,7 milhões, 6,5%).

Fonte: MDIC

Consumidor está mais sustentável, diz pesquisa

O estudo destaca que quase 70% dos consumidores pesquisaram “questões verdes” nos últimos 12 meses, aumento considerável em relação aos 40% registrados em 2005. O percentual de consumidores que descartam suas embalagens e resíduos para a reciclagem também aumentou, saltando de 70% em 2007 para 90% em 2011.

Realizada com mais de 6.600 consumidores e 200 formadores de opinião em 10 países, a pesquisa aponta que a preferência por embalagens recicláveis tem crescido e já representa 88% do total. Cerca de 77% também afirmaram que compraram determinados produtos e não outros, porque a embalagem era melhor para o ambiente.

O levantamento também analisou o comportamento dos fabricantes de alimentos e varejistas. Neste público, cerca de 83% dos entrevistados indicaram que consideram o impacto ambiental na escolha de soluções de embalagens, seguindo a tendência dos consumidores.

Como o interesse por sustentabilidade está aumentando, cerca de 60% dos entrevistados afirmam entender termos ambientais complexos como “pegada de carbono”, por exemplo.

De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak, mais da metade dos consumidores buscam por produtos que forneçam informações sobre o impacto ambiental e afirmam que a falta de dados e selos era um problema em seu comportamento de compra.

“Estes resultados ressaltam a necessidade dos fabricantes de alimentos, varejistas e empresas de embalagens oferecerem produtos mais ecológicos e que permitam aos consumidores fazer escolhas conscientes e sustentáveis”, afirma Dennis.

A pesquisa também mostra que os consumidores querem fazer escolhas mais “verdes”, sem comprometer o custo e qualidade. A maioria dos entrevistados, cerca de 78%, disseram que estariam dispostos ou extremamente dispostos a comprar alimentos ou bebidas em embalagens “verdes” se fossem o mesmo preço que os tradicionais.

Além disso, cerca de 74% dos consumidores disseram que estariam dispostos ou extremamente dispostos a comprar produtos “verdes” se a qualidade fosse a mesma que os tradicionais. Já cerca de 28% dos consumidores afirma que vão comprar produtos em embalagens menos prejudiciais ao meio ambiente, mesmo que custem mais

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/consumidor-esta-mais-sustentavel-diz-pesquisa

As 10 melhores empresas para crescer na carreira

Confira abaixo as dez melhores empresas:

Posição Companhia Sede
1 Boston Consulting Boston, Ma
2 Bain & Company Boston, MA
3 McKinsey & Company Nova York, NY
4 Keller Williams Austin, TX
5 Nestlé Purina PetCare Saint Louis, MO
6 Accretive Health Chicago, IL
7 Edelman Chicago, IL
8 Sheetz Altoona, PA
9 Facebook Palo Alto, CA
10 Goldman Sachs Nova York, NY

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-25-melhores-empresas-para-crescer-na-carreira

Exportações para Argentina crescem mais que vendas para o mundo

Durante a abertura do seminário sobre a ‘situação atual e perspectivas das relações
econômicas Brasil-Argentina’, realizado na tarde de hoje, no escritório da
Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo-SP, a secretária de
Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, informou aos participantes que as
exportações brasileiras para a Argentina crescem em ritmo mais acelerado este
ano (33%) do que as vendas externas para o mundo (31%).

A secretária ainda destacou o fato de que o superávit brasileiro nesta relação comercial
dobrou em 2011, alcançando US$ 3 bilhões, enquanto que, no mesmo período de
2010, esse valor era de US$ 1,5 bilhão. Ainda assim, Tatiana lembrou que, por
se tratar de um intercâmbio intenso, existem questões pontuais que demandam
gestão constante.

“Nós temos contatos diários com o governo argentino e com o setor privado brasileiro que,
em vários casos, se mostram exitosos com liberações de mercadorias e aceleração
no prazo de concessão de licenças”, disse em entrevista aos jornalistas
presentes na saída do evento.

Questionada sobre os motivos do crescimento das vendas brasileiras para a Argentina, mesmo
diante do aumento do número de produtos sobre regime de licenciamento
não-automático, estabelecido pelo governo de Buenos Aires no começo deste ano,
a secretária atribui os bons resultados “ao aumento da competitividade dos
produtos brasileiros que conseguem, a despeito das dificuldades, ganhar espaço
neste mercado”.

Fonte: MDIC

Balança comercial de agosto

Nos 23 dias úteis de agosto, as exportações brasileiras somaram US$ 26,158 bilhões,
com média diária de US$ 1,137 bilhão, e as importações do período chegaram a
US$ 22,285 bilhões e registraram média diária de US$ 968,9 milhões. Com estes
resultados, o saldo comercial mensal fechou em US$ 3,873 bilhões, com média
diária de US$ 168,4 milhões. A média do superávit é 54,9% maior que a
registrada em agosto de 2010 (US$ 108,7 milhões) e está 12,8% acima da
verificada em julho passado (US$ 149,3 milhões).

As exportações mensais, pelo resultado médio diário, tiveram evolução de 30,1% na
comparação com agosto de 2010 (US$ 874,4 milhões) e de 7,3% em relação a julho
deste ano (US$ 1,059 bilhão). Já as importações tiveram crescimento de 26,6%
sobre a média de agosto do ano passado (US$ 765,6 milhões) e de 6,4% sobre a de
julho de 2011 (US$ 910,3 milhões).

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) em agosto alcançou
US$ 48,443 bilhões (resultado diário de US$ 2,106 bilhões). Pela média, houve
aumento de 28,4% no comparativo com o mesmo mês do ano passado (US$ 1,64
bilhão) e alta de 6,9% em relação a julho último (US$ 1,97 bilhão).

Semanas

A quarta semana de agosto, com cinco dias úteis (22 a 28), teve saldo positivo na
balança comercial de US$ 837 milhões, com média diária de US$ 167,4 milhões. A
corrente de comércio foi de US$ 10,547 bilhões, com média de US$ 2,156 bilhões
por dia útil. As exportações, no período, foram de US$ 5,692 bilhões, com média
diária de US$ 1,165 bilhão. As importações foram de US$ 4,855 bilhões, com um
resultado médio diário de US$ 971 milhões.

Com três dias úteis (29 a 31), a quinta semana de agosto registrou superávit US$ 739
milhões, com média diária de US$ 246,3 milhões. No período, a corrente de
comércio somou US$ 6,107 bilhões, com média diária de US$ 2,035 bilhões. As
exportações foram de US$ 3,423 bilhões, com média diária de US$ 1,141 bilhão e
as importações totalizaram US$ 2,684 bilhões, com média de US$ 894,7 milhões.

Ano

De janeiro a agosto deste ano (168 dias úteis), as vendas ao exterior totalizaram
US$ 166,713 bilhões (média diária de US$ 992,3 milhões). Na comparação com a
média diária do mesmo período de 2010 (US$ 755,1 milhões), as exportações
cresceram 31,4%. As importações foram de US$ 146,754 bilhões, com média diária
de US$ 873,5 milhões. O valor está 27,4% acima da média registrada no mesmo
período de 2010 (US$ 685,5 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 19,959
bilhões, com o resultado médio diário de US$ 118,8 milhões. No mesmo período de
2010, o superávit foi de US$ 11,618 bilhões, com média de US$ 69,6 milhões.
Pela média, houve aumento de 70,8% no comparativo entre os dois períodos. A
corrente de comércio soma, em 2011, US$ 313,467 bilhões, com média diária de
US$ 1,865 bilhão. O valor é 29,5% maior que a média aferida no mesmo período no
ano passado (US$ 1,44 bilhão).

Fonte:
MDIC


A Resolução Camex n° 59, publicada no Diário Oficial da
União (DOU), altera o Imposto de Importação de três produtos sem produção
nacional. Foram reduzidas para 2% as alíquotas para compra de papel couchê
utilizado na fabricação de rótulos de bebidas (NCM 4810.13.90); de flanges
forjadas (NCM 7307.91.00), para construção de reatores em refinarias de
combustíveis; e de chapas grossas de aço carbono (NCM 7208.51.00), para
produção de tubos condutores para poços de petróleo.

A decisão foi tomada após consulta às entidades de classe para comprovar o
desabastecimento interno. A redução das alíquotas foi aprovada ad referendum do
Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio exterior (MDIC) e é amparada pelas
Diretrizes n°19/11, n°22/11 e n°23/11 da Comissão de Comércio do Mercosul (CCM)
e pela Resolução nº 08/08 do Grupo Mercado Comum do Mercosul (GMC), que dispõe
sobre ações pontuais no âmbito tarifário por razões de abastecimento.

A compra de papel couchê e de flanges forjadas
terá a alíquota reduzida de 14% para 2%, por um período de seis meses.

                               

                             Curso Gestão da Sustentabilidade

                     GS Educacional em parceria com o IMEC /MG

Data : 15/10/2011 e 22/10/2011
Horário : 8:00 às 17:00
Preço(s):
Até: 01/10/2011 – R$ 500,00 à vista; ou 3 x de R$ 182,00
Até: 06/10/2011 – R$ 600,00 à vista; ou 3 x de R$ 215,00
Até: 14/10/2011 – R$ 700,00 à vista; ou 3 x de R$ 249,00

Objetivos:
Capacitar os participantes a terem uma visão sistêmica (Econômico, Social, Cultural, Ambiental).

Data: 15 e 22/10/2011 das 08:00 às 17:00hs ( sabádos)

Público Alvo:
Engenheiros, Arquitetos, Advogados, Biólogos, Geógrafos, Geólogos, Tecnólogos, Estudantes e demais profissionais interessados.

Local: Av. Alvares Cabral, 1.600 (CREA-MG). Bairro Sto Agostinho. BH/MG.

Programa: Programa: 1. Conceitos 1.1. Histórico 1.1.1 Ambientalismo / Assistencialismo à sustentabilidade 1.2. Visão Sistêmica (Econômico, Social, Cultural, Ambiental) 1.3. Ordenamento Jurídico x Sustentabilidade 2. Gestão Sustentável 2.1. Estratégia empresarial 2.2. Integração ao Negócio 2.3. Comunicação e Marketing 2.4. Relacionamento com Stakeholders 2.5. Governança Corporativa 2.6. Consumo Sustentável 2.7. Indicadores (GRI) 3. Avaliação externa 3.1. Mercado 3.1.1. ISE 3.1.2. DOW JONES 3.1.3. Agências de Rating 3.2. Publicações 3.2.1. Guia EXAME / ÉPOCA 4. Extras 4.1. Serviços Ambientais 4.2. Desenvolvimento Local Sustentável 4.3. Relatórios de Sustentabilidade

Instrutor: André Chaves de Andrade, Advogado, Mestrando em Sustentabilidade Ambiental (UFOP), Institucional da USIMINAS, Responsável pelos setores de sustentabilidade e meio ambiente do grupo Usiminas ( Siderúrgica, Mineração e Bens de Consumo).

Inscrições: www.gseducacionalbh.com ou http://www.imecmg.org.br/cursos/detalhes.php?cid=91

 Importante

  Governo estuda a possibilidade de alterar regras para tributação das importações estipulando valor para cada unidade de  mercadorias.

Revisão de normas de defesa comercial é tema de consultapública pelo MDIC

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abriu
consulta pública sobre o processo de revisão do Decreto
nº 1.602, de 23 de agosto de 1995
, que regulamenta as normas que disciplinam os
procedimentos administrativos sobre a aplicação de medidas antidumping.

Esta legislação conta com mais de 15 anos e o
objetivo da revisão é modernizá-la para aumentar a celeridade e a transparência
das investigações antidumping, além de reforçar a proteção da indústria
nacional contra práticas comerciais desleais, segundo estabelecido no Plano
Brasil Maior, lançado pela presidente da República, Dilma Rousseff.

A consulta pública, estabelecida pela Portaria Secex n° 28/11,
publicada hoje no Diário Oficial da União, irá colher sugestões para aprimorar
as normas e adaptá-las à realidade atual do comércio exterior brasileiro, e
terá duração de quarenta dias.

As sugestões devem ser encaminhadas por e-mail,
com arquivo anexo no formato “.doc” e indicação clara de nome do proponente,
telefone e endereço. É obrigatório ainda que o assunto esteja definido como
“Consulta Pública – Decreto 1602/95”.

Encerrada a consulta pública, as sugestões ficarão
disponíveis na página eletrônica do MDIC. A decisão sobre o aproveitamento
total ou parcial das propostas irá competir exclusivamente à Secex.

Fonte: MDIC


Dados da balança comercial de agosto serão informados pelo MDIC nta quinta-feira (1°/9)

Os dados da balança comercial do mês de agosto
serão divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior (MDIC) nesta quinta-feira (1º/9), assim como os números das últimas
duas semanas do mês.

Fonte: MDIC


Missão comercial para Angola, Moçambique e África do Sul

A APEX Brasil está promovendo a missão comercial
para estes países.

Início:21/11/2011

Fim: 30/11/2011

Mais informações no site da APEX Brasil: http://www.apexbrasil.com.br

Fonte: APEX Brasil


Imagine ver no álbum de foto de várias pessoas a construção histórica de onde você mora ou de lugares que você já visitou.

Por meio do crowdsource o site HistoryPin criou um aplicativo móvel que utiliza o Google Street para colocar fotografias antigas em localizações atuais.

Qualquer pessoa pode enviar suas fotos para o site, podendo colocar um comentário ou a história da foto e das pessoas que estão nela. O próximo passo é adicionar a opção de colocar vídeos e áudios.

Fonte: http://moysessimantob.com.br/?p=2762

CURSOS – FGV e WALLMART

Muito legal a iniciativa do Wallmart e da FGV que estão com cursos à distância e de graça!!!

Vale a pena conferir!!!  

 Curso Gratuito: Sustentabilidade

http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitosWalmart.aspx?id_curso=OCWVALEAD_00_01/2011_1

A TINTA FAZ PRÉDIO LIMPAR O AR!!!!

Tecnologia desenvolvida pela Alcoa está sendo testada em dois prédios, um nos Estados Unidos e outro na Europa

São Paulo – Cada vez que uma árvore é derrubada para dar lugar a um arranha-céu, a qualidade do ar da cidade piora, certo? Se depender de uma tecnologia que vem sendo testada pela fabricante de alumínio Alcoa, a resposta é não. Batizada de EcoClean, a tinta invisível possui uma camada de partículas de dióxido de titânio que, aplicada sobre uma superfície de alumínio, serve como catalisador da luz do sol.

Uma vez aquecidos, os elétrons presentes na tinta interagem com as moléculas de ar e liberam radicais livres que, por sua vez, quebram poluentes como o óxido de nitrogênio.

“Uma superfície de 3 mil metros quadrados pintada com o produto equivale a 80 árvores limpando o ar”, diz Craig Belnap, presidente da divisão de produtos para arquitetura da Alcoa. Só nos Estados Unidos existem 4,2 bilhões de metros quadrados de edificações com painéis de alumínio.

“Se uma fração desses edifícios usasse o EcoClean, seria o equivalente a plantar milhões de árvores”, afirma Belnap. A Alcoa está testando a tecnologia em dois prédios, um nos Estados Unidos e outro na Europa. A empresa estuda a aplicação da tinta em outras superfícies, como a de carros.

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/tinta-faz-predio-limpar-o-ar

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Gerenciar um processo de importação ou de exportação é algo muito mais complexo do que a maioria das pessoas possa estar imaginando.
No caso de um processo de importação precisamos analisar os seguintes pontos:

1- Este processo de importação é realmente viável do ponto de vista financeiro? É possível ter lucro com a venda destes produtos no mercado nacional?

2- Existe algum tipo de restrição ou de proibição para importar este produto para o Brasil? Caso afirmativo, como solucionar esta questão?

3- Sei localizar e negociar com fornecedores no exterior?

4- Qual a melhor forma de trazer este produto para o Brasil? Fiz uma análise do processo logístico?
5- Conheço bem o mercado interno? Como irei fazer para vender os produtos importados?

6- Consigo gerenciar o processo de importação como um todo? Tenho conhecimentos para isso?

7- Como acontece o processo de despacho aduaneiro, registro da operação no Siscomex  e controle da operação junto aos órgãos do governo?

8- Qual o método de pagamento mais seguro? Como usar esta forma de pagamento?

9- Conheço os termos técnicos usados no comércio exterior? Conheço a documentação usada no comércio exterior?

10- Quais são as empresas e profissionais que podem me ajudar no processo de importação? Quais serviços terei que contratar?

No caso de um processo de exportação precisamos analisar os seguintes pontos:

1- Qual é o melhor mercado para exportação dos meus produtos neste momento?

2- Tenho informações suficientes sobre o mercado alvo no exterior, para onde desejo exportar meus produtos?

3- Meu produto consegue competir em preço, utilidade e qualidade com produtos similares no exterior?

4- Sei elaborar preços, documentos, contratos e fornecer informações sobre a exportação dos meus produtos?

5- Consigo localizar clientes no exterior? Sei negociar com estes clientes?

6- Como irei entregar os meus produtos no exterior? Fiz uma análise do processo logístico?

7- Consigo gerenciar o processo de exportação como um todo? Tenho conhecimentos para isso?

8- Como acontece o processo de despacho aduaneiro, registro desta operação no Siscomex e controle desta operação junto aos órgãos do governo?

9- Qual o método mais seguro para receber pagamentos?

10- Conheço termos técnicos usados no comércio exterior? Conheço a documentação usada no comércio exterior?
11- Quais são as empresas que podem me ajudar neste processo de exportação? Quais serviços terei que contratar?Saber responder corretamente estas e outras perguntas é fundamental para quem deseja atuar na área de comércio exterior.

Artigo escrito pelo Professor Henrique Mascarenhas / GS Educacional

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Auditores fiscais da receita federal poderão iniciar uma paralisação ou a operação padrão a qualquer momento, na tentativa de renegociar salários com o governo. Importadores e exportadores serão prejudicados no caso da paralisação ou da operação padrão pois deverá acontecer atrasos no despacho aduaneiro das mercadorias.

GS Educacional

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De acordo com a instrução normativa 1.184 de 22 de agosto de 2011, a receita federal terá até 90 dias para devolver ao importador a garantia exigida em relação ao certificado de origem do mercosul que contém indícios de irregularidade. Esta garantia é exigida quando a fiscalização suspeita de algum tipo de irregularidade em relação ao certificado de origem do Mercosul e procede com uma investigação.

Os produtos que comprovem sua origem através do certificado de origem do Mercosul
quando negociados entre os países membros do bloco tem a isenção do imposto de
importação, mas quando existe a suspeita de iregularidade é exigida a garantia
financeira por parte do importador, com base na diferença do imposto de
importação que deverá incidir caso o certificado de origem não seja aceito.
Quando o certificado de origem não é aceito, será feita o cálculo do imposto de
importação com base na tarifa de importação normal, para produtos importados de
países que não fazem parte do Mercosul.

Segue abaixo cópia da instrução normativa que trata deste assunto.

Instrução Normativa RFB nº
1.184 de 22 de agosto de 2011

DOU de
23.8.2011

Altera a Instrução Normativa SRF nº 149, de 27 de março de 2002,
que dispõe sobre os procedimentos de controle e verificação da origem de
mercadorias importadas de Estado-Parte do Mercado Comum do Sul.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL,
no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 273 do Regimento
Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010,
tendo em vista o estabelecido no Tratado de Montevidéu de 1980, aprovado pelo
Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo nº 66, de 16 de novembro de
1981, e o Regime de Origem do Mercosul, internalizado pelo Decreto nº 5.455, de
2 de junho de 2005, que dispõe sobre a execução do Quadragésimo Quarto
Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica nº 18, resolve:

Art. 1º Os arts. 14 e 23 da SRF nº 149, de 27 de março de 2002, passam a
vigorar com a seguinte redação:

“Art. 14.
………………………………………………………………………………………………………………….

Parágrafo único. A Coana aguardará resposta ao
pedido de informações pelo prazo de 30 (trinta) dias, contados da data de
recebimento da solicitação pela autoridade competente do Estado-Parte
exportador.” (NR)

“Art. 23. A exigência de garantia prevista no art.
22 subsistirá pelos prazos necessários à conclusão dos correspondentes
processos, limitados a:

I – 270 (duzentos e setenta) dias, contados da data
de sua constituição, no caso do inciso II; e

II – 90 (noventa) dias, contados a partir do início
da investigação, sem prejuízo da continuidade da investigação, no caso do
inciso III.” (NR)

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de
sua publicação.

GS Educacional

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China torna-se principal mercado das exportações das cooperativas

Nos sete primeiros meses de 2011 (janeiro a julho), a balança comercial das cooperativas
brasileiras apresentou saldo positivo de US$ 3,075 bilhões, resultado recorde
para o período e que supera em 33,5% o do mesmo período de 2010. A corrente de
comércio entre janeiro e julho de 2011 soma ainda o melhor resultado da série,
com US$ 3,452 bilhões e expansão de 32,8% em relação aos sete primeiros meses
de 2010.

As exportações das cooperativas brasileiras registram crescimento de 33,1% sobre
igual período de 2010, alcançando um total de US$ 3,264 bilhões. Considerando a
série iniciada em 2005, este foi o maior resultado alcançado. A participação na
pauta total das vendas das cooperativas passou de 1,9%, em 2005, para o patamar
de 2,3% em 2011.

Em julho, a série acumulada das vendas ao mercado externo de 2011 teve uma novidade e a
China (vendas de US$ 361,7 milhões, representando 11,1% do total), ultrapassou
a Alemanha (US$ 329,8 milhões, 10,1%) como principal mercado de destino das
exportações brasileiras do setor. Ao final de 2010, o país asiático foi também
o principal mercado de destino destas vendas. Na sequência, na série acumulada
de 2011, estão: Emirados Árabes Unidos (US$ 328,1 milhões, 10%); Estados Unidos
(US$ 238,5 milhões, 7,3%); e Países Baixos (US$ 173,9 milhões, 5,3%).

Entre os principais produtos exportados pelas cooperativas, nos primeiros sete meses de
2011, destacaram-se: açúcar refinado (com vendas de US$ 567,9 milhões,
representando 17,4% do total exportado pelas cooperativas); café em grãos (US$
413,4 milhões, 12,7%); soja em grãos (US$ 408,4 milhões, 12,5%); açúcar em
bruto (US$ 368,4 milhões, 11,3%); e farelo de soja (US$ 321,8 milhões, 9,9%).

O Paraná foi o estado com maior valor de exportações de cooperativas, com US$ 1,125
bilhão, representando 34,5% do total das vendas deste segmento. Em seguida
aparecem: São Paulo (US$ 1,070 bilhão, 32,8%); Minas Gerais (US$ 418,5 milhões,
12,8%); Rio Grande do Sul (US$ 268,4 milhões, 8,2%); e Santa Catarina (US$
153,4 milhões, 4,7%).

Importações

As importações das cooperativas brasileiras cresceram 27,6% e passaram de US$ 147,6 milhões,
de janeiro a julho de 2010, para US$ 188,3 milhões, no mesmo período de 2011.
Os principais produtos importados pelas cooperativas, nos primeiros sete meses
de 2011, foram: cloretos de potássio (com compras de US$ 33,3 milhões,
representando 17,7% do total importado pelas cooperativas); cevada cervejeira
(US$ 23,8 milhões, 12,6%); malte não torrado (US$ 17,7 milhões, 9,4%);
diidrogeno-ortofosfato de amônio (US$ 13,9 milhões, 7,4%); e ureia com teor de
nitrogênio (US$ 8,8 milhões, 4,7%).

As principais origens das aquisições das cooperativas brasileiras foram: Argentina
(compras de US$ 36,7 milhões, representando 19,5% do total); Alemanha (US$ 33,2
milhões, 17,6%); Rússia (US$ 13,3 milhões, 7%); Estados Unidos (US$ 12,5
milhões, 6,7%); e Canadá (US$ 12,5 milhões, 6,7%).

O Paraná foi o estado com maior valor de importações via cooperativas, com US$ 95,7
milhões, representando 50,8% do total das compras deste segmento. Em seguida,
aparecem: São Paulo (US$ 27,4 milhões, 14,6%); Santa Catarina (US$ 24,7
milhões, 13,1%); Goiás (US$ 14,6 milhões, 7,7%); e Rio Grande do Sul (US$ 12,8
milhões, 6,8%).

Fonte: MDIC

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Saldo comercial da terceira
semana de agosto é de US$ 877 milhões

A terceira semana de agosto, com cinco dias úteis (15 a 21), teve saldo positivo
na balança comercial de US$ 877 milhões, com média diária de US$ 175,4 milhões.
A corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 10,781
bilhões, com média de US$ 2,156 bilhões por dia útil.

As exportações, no período, foram de US$ 5,829 bilhões, com média diária de US$
1,165 bilhão, que é 4% superior à média de US$ 1,121 bilhão até a segunda
semana de agosto. Neste comparativo, houve aumento nas vendas de produtos
básicos (8%), com destaque para petróleo, soja em grão, café em grão e farelo
de soja; e de manufaturados (5,6%), sendo os principais  produtos óleos combustíveis, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, aviões e veículos de carga. As exportações de semimanufaturados, porém, tiveram queda de 11,6%, com redução nas vendas de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de
ferro e aço, couros e peles e ferro fundido.

As importações foram de US$ 4,952 bilhões, com um resultado médio diário de US$
990,4 milhões. Na comparação com a média diária até a segunda semana de agosto (US$ 979,4 milhões) houve aumento de 1,6%, que se explica pelas aquisições de combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, adubos e fertilizantes, plásticos e obras e instrumentos de ótica e precisão.

Mês

Nos quinze dias úteis de agosto, as exportações somaram US$ 17,043 bilhões, com média diária de US$ 1,136 bilhão. Por esse comparativo, a média diária das vendas externas foi 29,9% superior a de agosto de 2010 (US$ 874,4 milhões).

Nesta comparação, cresceram as vendas nas três categorias de produtos. Entre os semimanufaturados (48,7%), aumentaram os embarques de ferro-fundido, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, couros e peles, ferro-ligas, celulose e ouro em forma semimanufaturada. Nos básicos (33,2%), houve elevação
nas vendas de milho em grão, petróleo, soja em grão, café em grão, farelo de soja, minério de ferro e carne de frango. Nos manufaturados (20,2%), registraram crescimento óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, veículos de carga, aparelhos para terraplanagem, polímeros plásticos, automóveis e aviões.

Em relação à média diária de julho deste ano (US$ 1,059 bilhão), as exportações tiveram aumento de 7,2%, com crescimento nas vendas de produtos semimanufaturados (5,8%), básicos (9,3%) e manufaturados (5,1%).

As importações do período chegaram a US$ 14,746 bilhões e registraram média diária de US$ 983,1 milhões. Houve aumento de 28,4% na comparação com a média de agosto do ano passado (US$ 765,6 milhões). Neste
comparativo, verificou-se elevação nos gastos com adubos e fertilizantes(186%), combustíveis e lubrificantes (53,8%), cobre e suas obras (53,8%), cereais e produtos de moagem (32,3%) e plásticos e obras (+28%).

Na comparação com a média de julho de 2011 (US$ 910,3 milhões), houve aumento de 8%, com destaque para as aquisições de farmacêuticos (16,8%), combustíveis e lubrificantes (15%), adubos e fertilizantes (12,9%) e equipamentos mecânicos (11,5%).

O superávit em agosto está em US$ 2,297 bilhões (média diária de US$ 153,1 milhões). A média diária do saldo no mês está 40,8% superior a de agosto do ano passado (US$ 108,7 milhões) e 2,6% maior que a de julho deste ano (US$ 149,3 milhões).

A corrente de comércio do mês alcançou US$ 31,789 bilhões (resultado diário de US$ 2,119 bilhões). Pela média, houve aumento de 29,2% no comparativo com agosto do ano passado (US$ 1,64 bilhão) e alta de 7,6%
na relação com julho último (US$ 1,97 bilhão).

Ano

De janeiro à terceira semana de agosto deste ano (160 dias úteis), as vendas ao exterior totalizaram US$ 157,598 bilhões (média diária de US$ 985 milhões). Na comparação com a média diária do mesmo período
de 2010 (US$ 750,2 milhões), as exportações cresceram 31,3%. As importações foram de US$ 139,215 bilhões, com média diária de US$ 870,1 milhões. O valor está 28,2% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 678,5 milhões).

No acumulado do ano, o saldo positivo da balança comercial já chega a US$ 18,383 bilhões, com o resultado médio diário de US$ 114,9 milhões. No mesmo período de 2010, o superávit foi de US$ 11,46 bilhões,
com média de US$ 71,6 milhões. Pela média, houve aumento de 60,4% no comparativo entre os dois períodos. A corrente de comércio soma, em 2011, US$ 286,032 bilhões, com média diária de US$ 1,845 bilhão. O valor é 29,9% maior que a média aferida no mesmo período no ano passado (US$ 1,42 bilhão).

Fonte: MDIC

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